GTs - nn_groups de Trabalho
Submissão de resumos (artigos e pôsteres) até 27 de agosto de 2018.
Monitoria
Confira as informações no link https://www.31rba.abant.org.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=515 e realize a sua inscrição, no site da 31ª RBA, até 05 de setembro de 2018.
MC – Minicursos e OF – Oficinas
Inscrições, com vagas limitadas, até 28 de setembro de 2018.
Abinha
Veja o espaço reservado para o cuidado diferenciado com as crianças, que irão com suas/seus responsáveis à reunião, e responda a enquete até 01 de outubro de 2018.
Lançamento de Livros
Inscrições até 20 de outubro de 2018: https://www.31rba.abant.org.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=513.
Site: http://www.31rba.abant.org.br/.
Confira as regras gerais no link http://www.31rba.abant.org.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=393.
Dúvidas: 31rba@abant.org.br.
Descriminalização do aborto como direito à integridade e dignidade das mulheres
Nos dias 03 e 06 de agosto de 2018, o Supremo Tribunal Federal – STF promoveu audiência pública sobre a descriminalização do aborto no Brasil até a 12ª semana de gestação. No total, foram 52 exposições. Esta audiência pública foi uma etapa dentro do processo que analisa a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, ajuizada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). As ADPFs visam solucionar dúvidas a respeito da interpretação de uma determinada lei, de modo a julgar a sua constitucionalidade.
As Audiências Públicas aconteceram na sala de sessões da 1ª Turma do STF. Houve transmissão ao vivo pela TV Justiça, pela Rádio Justiça e pelo canal do STF no YouTube.
A ABA se manifestou a favor da descriminalização do aborto na audiência Pública de 03 de agosto de 2018. O aborto continua sendo uma das principais causas de morbidade e morte materna no país, com efeitos sobretudo sobre as mulheres negras e pobres. O aborto é regulamentado há décadas em países desenvolvidos. Há uma distância cruel entre moral e práticas no tema do aborto que permanece mediado pelo estigma na regulação penal do aborto. A vigilância constante que acompanha o estigma do aborto como crime opera um ciclo de marginalização social, médica e jurídica dos processos reprodutivos das mulheres, o que impacta de forma significativa o seu cuidado em saúde. Por outro lado, quando o aborto não é considerado um crime, as mulheres têm acesso a programas e serviços de saúde reprodutiva livres de estigma, e é possível que tenham acesso à informação, aos contraceptivos mais adequados à sua saúde e ao suporte para planejamento familiar sem discriminação ou medo de prisão.
Leia aqui o memorial da exposição da Presidente da ABA, Profª Lia Zanotta Machado.
Confira a fala da Presidente da ABA (aproximadamente após 2h e 20min do início do vídeo): https://www.youtube.com/watch?v=73iYl4OxCYE&feature=youtu.be.
Confira aqui a Nota da CAPES.
Associações científicas (ABA, ABRI, ABED, ABCP e ANPOCS), por intermédio de suas respectivas diretorias, manifestam sua profunda preocupação e enfatizam a gravidade das consequências que, se mantidos, os cortes orçamentários previstos para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior — CAPES em 2019 terão para a pesquisa e a educação no Brasil, em todos os seus níveis, conforme destacado por correspondência de seu Conselho Superior, assinada pelo seu presidente, Abílio A. Baeta Neves, e encaminhada ao Sr. Rossieli Soares da Silva, Ministro de Estado da Educação.
Confira a Nota aqui.
Confira a Carta aqui.
A ABA expões 51 títulos de suas publicações com layout da coleção ABA, confira aqui mais fotos.
Durante o 18th IUAES World Congress, em Florianópolis/SC, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Brasil Plural (IBP), por meio da Rede “Saúde: Práticas Locais, Experiências e Políticas Públicas”, coordenou o Painel Fechado “Local Practices, Experiences and Public Policy: A Research network in the Anthropology of Health and the Latin American Critical Approach”, apresentando alguns conceitos analíticos que expõem a perspectiva dos sujeitos e comunidades pesquisadas frente à universalidade das políticas públicas e hegemonia dos serviços biomédicos de saúde.
Confira os novos números da Vibrant:
v. 15 n .1 - Janeiro/Abril 2018: The Urban Peripheries - http://www.vibrant.org.br/lastest-issue-v-15-n-1-01-042018/.
v. 15 n .2 - Maio/Agosto 2018: Fighting for Indigenous Lands in Modern Brazil. The reframing of cultures and identities - http://www.vibrant.org.br/lastest-issue-v-15-n-2-05-082018/.
Volume 2, Número 2 - http://novosdebates.abant.org.br/images/pdf/v2n2.pdf.
Faleceu hoje, 26 de julho de 2018, o antropólogo Rubem Ferreira Thomaz de Almeida (29/07/1950) em função de complicações resultantes de uma severa intervenção cirúrgica de vastas proporções para retirada de um tumor.
O Rubinho, como era por todos conhecido, graduou-se em Ciências Econômicas (1975) pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (SP/SP) e em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1977). Ainda durante a graduação, ao longo do período de 1973 a 1976, iniciou seu trabalho junto aos Kayowá-Ñandeva através do aprendizado no Proyecto Pai-Tavyterã (1970-1980), um dos muitos desdobramentos das críticas expressas ao integracionismo das ditaduras latino-americanas feitas a partir da chamada Declaração de Barbados (1971), nos quais a ação do antropólogo austríaco Geörg Grunberg foi fundamental.
A partir dessa experiência de antropologia da ação, Rubinho, um dos pioneiros de toda uma geração de antropólogos que atuaram e atuam simultaneamente produzindo conhecimentos e intervenções com os povos indígena, criou, com outros e outras parceiras, o Projeto Kaywoa-Ñandeva (PKN), no Mato Grosso do Sul, em que atuou de 1976 até 1986 e sobre o qual escreveu sua dissertação de mestrado em Antropologia Social, defendida em 1991, no Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, sob a orientação de João Pacheco de Oliveira. Trata-se de um dos poucos trabalhos monográficos sobre uma experiência de intervenção antropologicamente fundada escritos até hoje no Brasil, publicado em 2002 com o título Do desenvolvimento comunitário à mobilização política. O Projeto Kayowa-Ñandeva como experiência antropológica (Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2001). Em termos profissionais, integrou a equipe do Greenpeace, e assessorou os Guarani na interação com diversas agências que impactaram sua vida em muitos pontos do Brasil, sempre abrindo espaço para que estes se fizessem ouvir.
Crítico ferrenho das teorias da aculturação e do culturalismo que predominavam na leitura antropológica acerca dos Guarani até o início dos anos 1980, assim como de todo pressuposto de intervenção que desconhecesse a agência indígena nos processos que viveram e vivem, bem como de antropologias alheias a um compromisso político-moral e existencial com os povos indígenas, mantinha um vínculo visceral com os povos indígenas, sobretudo os Kayowá-Ñandeva e Mbyá, que perdurou até os dias presentes. No momento atual, quando se via numa espécie de “aposentadoria” de múltiplas funções de assessoria, ele se preparava para escrever um livro acerca da experiência de quase uma vida toda partindo de seus inúmeros cadernos de campo, nos quais anotou sistematicamente tudo que viveu entre os Kayowá e Ñandeva ao longo desse tempo todo, e não apenas no Mato Grosso do Sul, mas também em todos os pontos do Brasil em que estes estão presentes.
No domingo, dia 22/07, na mesa de cabeceira no hospital, onde esperava de modo valente e realista a cirurgia da qual sequer sabia se sairia com vida, cercado de amigos, parentes e de sua esposa Juliana, com positividade e alegria nos mostrou um dos seus inúmeros cadernos de campo, aquele que levara para o hospital e em que buscava, relendo, trabalhar. Falava fluentemente Guarani, coisa rara entre os antropólogos de sua geração, e informalmente contribuiu para formar toda uma geração de pesquisadores dos quais agora me ocorre mencionar Alexandra Barbosa da Silva, Fabio Mura, Pablo Antunha Barbosa assim como, de modo indireto, Tonico Benites, o primeiro Kayowa que se doutorou em Antropologia, que em mais de um depoimento ou conferência rememorou sua curiosidade e interesse infantil em ver Rubinho morando e trabalhando entre seu povo.
Tudo isso é dizer muito pouco do Rubinho, um amigo solidário aos seus amigos e companheiros de geração, generoso, alto astral, sempre lutando por dias melhores, de alguém que como parceiro foi essencial às lutas e modos de agir contemporâneos do povo com que viveu, entre quem tinha alguns de seus melhores amigos, e a quem ele imediatamente avisou de sua condição de saúde, quando dela soube no dia 16/07/2018. Enfrentou a perspectiva da morte como viveu: de modo íntegro, honesto, verdadeiro.
Rio de Janeiro, 26/07/2018
Antonio Carlos de Souza Lima
Museu Nacional/UFRJ
Confira aqui a Nota de pesar do Comitê de Inserção Profissional da ABA.
Data: 23 de agosto de 2018
Local: Museu Nacional/UFRJ
Informações: Cartaz
Data: 24 de agosto de 2018
Local: UFRJ/Museu Nacional, Sala Roberto Cardoso de Oliveira
Informações: http://www.aba.abant.org.br/files/20180816_5b756bcb7cbc8.pdf
Data: 04 a 06 de setembro de 2018
Local: UFRN
Informações: https://www.facebook.com/SemanaDeAntropologiaUFRN/
Data: 17 e 20 de setembro de 2018
Local: Reitoria da UFPR
Informações: https://semanadeantropologiaufpr.wordpress.com/
Data: 17 a 19 de outubro de 2018
Local: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Informações: https://sacfppgas.wordpress.com/
Data: 02 a 17 de outubro de 2018
Local: Guatemala
Informações: Comunicado
Data: 274 a 27 de maio de 2019
Local: Boston/USA
Informações: https://lasa.international.pitt.edu/eng/congress/files/ProposalAid.pdf / Submissão de propostas para painéis patrocinados pelo ERIP até 15 de agosto de 2018.
O objetivo da Associação Portuguesa de Antropologia (APA) é “promover e divulgar a Antropologia, contribuindo ativamente para a sua inserção e reconhecimento social em Portugal e no mundo”, a instituição de prêmios anuais pretende dar visibilidade a trabalhos e projetos aplicados de mérito comprovado nesta área científica, destacando paralelamente os contributos para o conhecimento do mundo e para eventuais soluções em termos de vida colectiva. Prazo para apresentação dos trabalhos: 30 de novembro de 2018. Informações: Regulamento / Cartaz.
O Departamento de Antropologia e Arqueologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG diulga abertura de inscrições ao concurso público na área de Antropologia. Inscrições: até 28 de agosto de 2018. Informações: Edital
A Cultural Survival tem o prazer de anunciar a Chamada para os Conceitos do Projeto do Fundo Keepers of the Earth (KOEF). O KOEF é um pequeno fundo de subsídios que apoia o desenvolvimento comunitário baseado em valores indígenas. Esses subsídios têm apoiado projetos liderados por indígenas na ponta das questões mais prementes para os povos indígenas em todos os lugares. Os conceitos do projeto serão aceitos até 31 de agosto de 2018. Informações: chamada.
A Escola de Ciências Sociais / Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (FGV CPDOC) informa a abertura de processo seletivo para a contratação de até três professores adjuntos para seu quadro principal. Inscrições: 30 de setembro de 2018. Informações: https://cpdoc.fgv.br/selecao2018.
A UNILA tornar público o processo de seleção de 1 (uma) bolsa de estudos, em nível de Pós-Doutorado, vinculada às atividades do Centro Latino-Americano de Ciência e Tecnologia em Soberania, Segurança e Educação Alimentar e Nutricional da Região Sul (CeLASSAN). Inscrições: 03 a 31 de agosto de 2018. Informações: Edital.
O coordenador do Programa Programa de Pós-Graduação em Antropologia torna público através do endereço eletrônico http://www.propesq.ufpe.br, s normas do Processo Seletivo para Admissão – Ano Letivo 2019 ao corpo discente ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia para os curso de Mestrado e Doutorado. Inscrições: 27 de agosto a 10 de setembro de 2018. Informações: Edital.
A Revistas Interseções, de Estudos Interdisciplinares, convida pesquisadores e docentes de Ciências Sociais e áreas correlatas a submeter artigos, resenhas ou ensaios para suas próximas edições. A convocatória estará aberta até 31 de agosto de 2018 e se refere aos números da revista a serem publicados no ano de 2019. Informações: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/intersecoes/about.
CARDOSO, Thiago Mota (2018). Paisagens em transe: ecologia da vida e cosmopolítica Pataxó no Monte Pascoal. Brasília: IEB Mil Folhas.
FELDMAN-BIANCO, Bela; SANJURJO, Liliana; AZEVEDO, Desirée e MANSUR DA SILVA, Douglas (Orgs.)(2018). Migração e Exílio. Viçosa: EdUFSCar e Editora UFV.
FLEISCHER, Soraya (2018). Descontrolada: uma etnografia dos problemas de pressão. Brasília: EdUFSCar.
SANJURJO, Liliana (2018). Sangue, Identidade e Verdade: memórias sobre o passado ditatorial na Argentina. São Carlos: Edufscar.
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Departamento de Difusão Cultural da Pró-Reitoria de Extensão e Núcleo de Antropologia Visual do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (Orgs.)(2018). Cartas aos narradores urbanos: Etnografia de rua na Porto Alegre das intervenções artísticas. Porto Alegre: Editora UFRGS.
Iluminuras, Revista de Publicação Eletrônica do Banco de Imagens e Efeitos Visuais (NUPECS/LAS/PPGAS/IFCH/UFRGS) - v. 19, n. 46 (2018) - http://seer.ufrgs.br/index.php/iluminuras/issue/view/3532.
RBSE - Revista Brasileira de Sociologia da Emoção, do GREM nn_group de Pesquisa em Antropologia e Sociologia das Emoções (PPGA/DCS/UFPB) - v. 17, n. 50, ago-nov 2018 - http://www.cchla.ufpb.br/rbse/.
O Supremo Tribunal Federal deve julgar nesta quarta-feira (16/8) duas ações que envolvem a ocupação de áreas indígenas no Parque Nacional do Xingu e nas Reservas Nambikwára e Parecis, no Mato Grosso. Os casos, somados a outro processo em tramitação no STF, reavivam a discussão travada no tribunal em 2009 com o julgamento da terra indígena Raposa Serra do Sol.
É na Corte, sob a proteção de um crucifixo no plenário, que os ministros do Supremo Tribunal Federal vão decidir nesta quinta-feira se garantir a preservação dos ritos das religiões de matriz africana com uso de animais é constitucional ou não. No país em que setores do agronegócio lucram com o abate religioso seguindo os preceitos islâmicos (halal) e judaicos (kosher), uma ação do Ministério Público gaúcho contesta que assegurar liturgias das religiões afro-brasileiras é conceder “privilégio”.
O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional/Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGAS/MN/UFRJ) se soma às inúmeras manifestações da comunidade acadêmica, de extrema preocupação com a calamitosa situação orçamentária da Capes prevista para 2019, conforme ofício do presidente da Capes datado de 1 de agosto. Essa situação, se confirmada, resultaria no efetivo desmonte do sistema de pós-graduação pública no país. O PPGAS/MN defende que não haja cortes em relação ao orçamento da Capes para 2019 e que se preserve, integralmente, no PLOA 2019, o disposto no Artigo 22 da LDO aprovada no Congresso Nacional.
A Diretoria da Sociedade Brasileira de História da Educação manifesta a sua preocupação com os graves fatos anunciados na nota do Conselho Superior da CAPES, amplamente divulgada no dia de ontem. Todos sabíamos que não poderíamos esperar boas iniciativas de um governo ilegítimo, que usurpou a vontade da maioria da população brasileira expressa pelo instrumento legítimo do voto. Sabíamos que a política baseada no desmonte da dimensão pública do Estado, em função do atrelamento do atual governo às orientações dos grandes nn_groups financeiros internacionais, minaria a capacidade de investimento nas condições que favorecessem a melhora da vida de milhões de brasileiros. Apesar de sermos surpreendidos todos os dias por uma nova medida arbitrária e não legítima do governo brasileiro, não imaginávamos que a ciência, a tecnologia e a educação seriam tratadas com tamanho descaso, jogando por terra anos de crescimento sustentado, tanto quantitativa quanto qualitativamente. Menos ainda, que política de melhoria da educação básica seria trocada por concessões ao mercado, aos grandes empresários e à especulação. Isso denota o total descompromisso do atual governo com a criação ou manutenção de políticas que afetem a todos os brasileiros, sobretudo os mais necessitados, as quais devem edificar no país ações que apontem para o nosso crescimento científico e cultural, condição básica de uma país que se pretenda minimamente civilizado. Por isso, a DN manifesta a sua consternação com os fatos relatados na nota divulgada ontem, conclamando a todos que apoiam a ciência, a educação e a cultura, a manifestar-se repudiando o rumo das políticas atualmente em curso e os graves prejuízos que elas podem acarretar para o presente e o futuro do país.
Diretoria da SBHE
SBHE, 13 de agosto de 2018.
Associação Brasileira de Antropologia
Direitos Humanos e Antropologia em Ação (2017-2018)
Presidente Lia Zanotta Machado (UnB)
Vice-Presidente Antonio Carlos Motta de Lima (UFPE)
Secretário Geral Cristhian Teófilo da Silva (UnB)
Secretária Adjunta Eliane Cantarino O’Dwyer (UFF)
Tesoureiro Geral Carlos Alexandre Barboza Plínio dos Santos (UnB)
Tesoureira Adjunta Rozeli Maria Porto (UFRN)
Diretores/as
Fabio Mura (UFPB)
Regina Facchini (Unicamp)
Lorenzo Macagno (UFPR)
Claudia Turra Magni (UFPEL)
Informativo ABA
Edição: Carine Lemos
Diagramação: Roberto Pinheiro
Universidade de Brasília
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